Quem nunca parou para pensar o que seria das pessoas que, de algum modo, dependem economicamente de você se algo lhe acontecesse?
Por essa razão, a contratação de um seguro de vida deve ser considerada, pois por meio dele, você poderá ficar mais tranquilo sabendo que caso algo lhe aconteça seus entes queridos não ficarão, economicamente, desamparados.
Note-se, que embora em um primeiro momento por conta do nome possa se ficar com a impressão de que só há cobertura securitária para o caso de morte, há seguros de vida que também oferecem cobertura para o caso de acidentes ou doenças que incapacitem a pessoa para o trabalho.
Por outro lado, o seguro de vida é um importante aliado no planejamento sucessório, pois ele não entrará nos bens que compõem a herança a ser partilhada pelos herdeiros, logo os seus beneficiários terão acesso ao valor da indenização com maior brevidade, não ficando, assim, descapitalizados.
Por fim, ao contratar um seguro de vida a pessoa é quem estipula quem serão seus beneficiários, não havendo qualquer restrição quanto a quem será escolhido, percentuais para determinadas pessoas ou ainda obrigatoriedade de nomear seus herdeiros (ou todos eles) como beneficiários, ou seja, é uma ótima ferramenta para se deixar algum patrimônio para quem não seria contemplado como herdeiro.
Autor: Tiago Soares Alves Sousa
Advogado. Graduado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Especialista em Direito Processual Civil pela Pontifícia Universidade Católica. Especialista em Direito de Família e Sucessões pela Escola Brasileira de Direito. Pós-Graduando em Direito Médico e Bioética pela Escola Brasileira de Direito.

